Tag: câncer

02
mar

É POSSÍVEL PREVENIR O CÂNCER DE PRÓSTATA COM A ALIMENTAÇÃO?

Dados do Instituto Nacional do Câncer apontaram 68.800 casos novos de câncer de próstata para 2014. Excluindo o câncer de pele não melanoma, o câncer de próstata é o mais incidente entre os homens em todas as regiões do país. Alguma medida alimentar ou mudança de hábitos de vida pode auxiliar na prevenção ao problema? A resposta, infelizmente, é não.

Ao longo dos anos, estudos apontaram que o licopeno, presente no tomate, e a vitamina E e o selênio, presentes na castanha-do-pará, teriam um fator protetivo. No entanto, ao se fazer estudos mais específicos, chegou-se à conclusão de que essas substâncias não tinham efeito contra a doença.

“Discute-se muito sobre os fatores de risco alimentares para o câncer de próstata e se existe alguma correlação positiva de uma maior incidência do câncer de próstata com obesidade e sedentarismo. No entanto, vários fatores alimentares que se esperava que fossem protetores contra câncer de próstata – como o licopeno do tomate ou o selênio e a vitamina E das verduras e da castanha-do-pará – não demonstraram ser verdadeiros em estudos clínicos específicos. Desta forma, a maior prevenção segue sendo a adoção de estilos de vida saudáveis”, afirma o urologista Gustavo Franco Carvalhal, professor de pós-graduação em Medicina e Ciências da Saúde da Faculdade de Medicina da PUC-RS. Entre as orientações para uma vida saudável estão evitar gordura animal e realizar exames médicos periódicos.

A Sociedade Brasileira de Urologia recomenda a ida a um urologista para avaliação da próstata a partir dos 50 anos. Caso algum parente de primeiro grau (pai, irmão, tio) tenha tido a doença, a consulta deve ocorrer a partir dos 45 anos, visto que a chance de ter a doença é maior nesse grupo.

 

Fonte: Sociedade Brasileira de Urologia
02
mar

PORQUE DEVO FAZER O EXAME DE PRÓSTATA AOS 50 ANOS?

Pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) mostra que a maioria dos homens brasileiros (51%) não vai ao médico regularmente. Principal causa de morte por câncer em homens depois dos tumores de pulmão, o câncer de próstata não apresenta sintomas. Estes só aparecem quando o câncer está em estágio avançado e as chances de cura são menores.

“A melhor prevenção é o diagnóstico precoce, que pode ser feito através da dosagem periódica de um exame de sangue (o antígeno prostático específico – PSA) e do exame de toque retal, que é um exame indolor, rápido e instantâneo realizado pelo urologista durante a consulta urológica”, diz o urologista Gustavo Franco Carvalhal, professor de pós-graduação em Medicina e Ciências da Saúde da Faculdade de Medicina da PUC-RS.

A SBU preconiza a ida a um urologista para avaliação da próstata a partir dos 50 anos. Caso algum parente de primeiro grau (pai, irmão, tio) tenha tido a doença, a consulta deve ocorrer a partir dos 45 anos, visto que a chance de ter a doença é maior nesse grupo.

“Nas fases iniciais, o câncer de próstata se apresenta silencioso, não causando nenhum sintoma específico. Com seu crescimento, podem surgir sintomas urinários obstrutivos, como diminuição do jato urinário, gotejamento após a micção, sensação de esvaziamento incompleto da bexiga, micção em dois tempos, retenção urinária; e/ou irritativos, como aumento da frequência urinária, urgência, incontinência, aumento da frequência urinária noturna”, explica o urologista Lucas Nogueira, coordenador do grupo de Uro-oncologia do Hospital das Clínicas da UFMG.

 

Tratamento

Nos últimos anos, surgiram novas formas de se tratar o câncer de próstata. Ao avaliar o estágio da doença (localizado, localmente avançado ou avançado), a idade e as condições clínicas do paciente, é possível traçar um tratamento mais adequado. “Naqueles com doença inicial, localizada na próstata, incluem-se como opções a vigilância ativa (apenas acompanhar a evolução do quadro), a cirurgia (prostatectomia radical, ou seja, a retirada da próstata) e a radioterapia (externa ou braquiterapia). Nos casos de doença localmente avançada, cirurgia e a radioterapia são as opções objetivando a cura do paciente”, afirma Nogueira.

E, mesmo nos casos de doença avançada, existe tratamento que tem intenção paliativa. Pode-se optar por terapia de ablação hormonal e quimioterapia, associadas ou não a procedimentos cirúrgicos, para aliviar o fluxo urinário e medicações para proteção óssea. Esses tratamentos mais o adequado acompanhamento médico aumentam substancialmente a sobrevida do paciente ao lado dos seus familiares e amigos.

 

Fonte: Sociedade Brasileira de Urologia
10
nov

DEFINIÇÃO DE UROLOGIA

Urologia é uma especialidade cirúrgica da medicina que trata do trato urinário de homens e de mulheres e do sistema reprodutor dos homens. Os médicos que possuem especialização nesta área são os urologistas, sendo treinados para diagnosticar, tratar e acompanhar pacientes com distúrbios urológicos.

Os órgãos estudados pelos urologistas incluem os rins, ureteres, bexiga urinária, uretra e os órgãos do sistema reprodutor masculino (testículos, epidídimos, ducto deferente, vesículas seminais, próstata epênis).

As adrenais acabaram entrando na especialidade devido ao aspecto cirúrgico das doenças tumorais das supra-renais. Quando tem indicação cirúrgica de tumor de supra-renal o endocrinologista encaminha para o urologista.

Nos homens, o sistema urinário está integrado com o sistema reprodutor, ao passo que nas mulheres o trato urinário se abre na vulva. Em ambos os sexos, os tratos urinário e reprodutor estão próximos, o que faz com que os distúrbios de um trato geralmente afetem o outro.

A urologia combina o acompanhamento de condições não-cirúrgicas como, por exemplo, infecções do trato urinário, e de condições cirúrgicas, como a correção de anomalias congênitas e o tratamento cirúrgico de cânceres. Estas anomalias na região genital são conhecidas como distúrbios geniturinários.

A urologia está relacionada às áreas médicas da nefrologia, andrologia, ginecologia, proctologia e oncologia.

Fonte: Wikipedia